Um dia me perguntaram se eu acredito na perfeição.
Respondi, imediatamente, que não.
Fiquei com aquela pergunta na cabeça por um bom tempo, sempre matutando, tentando entender, ou saber, o que é a perfeição.
Se eu não entendo ou não sei do que se trata, por que eu havia respondido com tanta certeza que não?
Procurei saber o que poderia ser nas pessoas, nos objetos, nas músicas, mas não obtive sucesso, principalmente ao procurá-la nas pessoas.
Depois de tantas incertezas, decepções, desilusões, ... Cheguei a minha crítica, e talvez não correta, conclusão:
Perfeição caracteriza algo que não tem defeito, uma circunstância que não pode ser melhorada, ainda mais.
Se me perguntarem novamente se eu acredito na perfeição, minha resposta é que sim.
Pois, ao meu ver, acreditar nela é uma das opções que tenho de buscar sempre o melhor das situações, do mundo, das PESSOAS.
Acreditar nela me leva a crer que as pessoas podem deixar de ser acomodadas em todos os sentidos.
Acreditar nela me leva a crer que as pessoas podem deixar de ser acomodadas em todos os sentidos.
E é com ela que eu posso, nós podemos, ser mais do que posso ser.
Evoluir sempre para alcançá-la.
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